1.O que é população alvo de um estudo?
2.O que é população do estudo?
3. O que é uma amostra aleatória? exemplo
4. O que é uma amostra sistemática? exemplo
5. O que é uma amostra não aleatória? exemplo
6. Definir DESVIO PADRÃO
7.Definir ERRO PADRÃO
8.Definir INTERVALO DE CONFIANÇA.
9.Cite duas desvantagens de uma amostra não aleatória e explique
10. Cite duas vantagens de uma amostra aleatória e explique
11. Explique e cite exemplos de uma amostra por conveniência
12.Explique e cite exemplos de uma amostra por etapas
13.Cite 3 exemplos de perda em uma amostra e como evitar
14.Cite 3 desvantagens de uma amostra por etapas
15. O que você entende por P < 0.05?
16.O que é Odds Ratio?
17. Em que tipo de estudo se calcula o Risco Relivo?
18. Como calcular o risco atribuível?
19.O que significa medidas de associação? cite exemplos.
20.Como calcular o risco atribuível na população?
4.O que é uma amostra sistemática? exemplo
ResponderExcluirNa amostragem sistemática os elementos são selecionados de uma lista. O número que decidimos optar para a retirada dos nomes é obtido por meio da divisão do número de indivíduos da lista pelo número desejado de elementos da amostra.
Exemplo: Um professor pediu que o décimo aluno de cada 10 alunos, ordenado segundo a posição das cadeiras que ocupavam no auditório, apresentassem um relatório.
Fonte: Metodologia científica : educação a distância / (coord.) Ardinete Rover. – Joaçaba : UNOESC, 2006.
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ResponderExcluir16. O que é Odds Ratio?
ResponderExcluirEm estudos de caso-controle os pacientes são incluídos de acordo com a presença ou não do desfecho. Geralmente são definidos um grupo de casos (com o desfecho) e outro de controles (sem o desfecho) e avalia-se a exposição (no passado) a potenciais fatores de risco nestes grupos.
Devido ao fato de que a montagem deste tipo de estudo baseia-se no próprio desfecho, não se pode estimar diretamente a incidência do desfecho de acordo com a presença ou ausência da exposição, como é usual em estudos de coorte. Isto se deve ao fato de que a proporção casos/controles ou desfecho/não-desfecho é determinada pelo próprio investigador. Assim, a ocorrência de desfechos no grupo total estudado não é regida pela história natural da doença e depende de quantos casos e controles o pesquisador selecionou. Por exemplo, um médico conduz um estudo de caso-controle com 200 crianças moradoras de Porto Alegre: 100 epilépticas e 100 controles. Se tentarmos estimar a ocorrência da doença na população dividindo o número de casos (100) pelo tamanho total do grupo estudado (200) teremos 100/200 = 0,5. Esta fração certamente não corresponde a incidência ou mesmo prevalência da epilepsia em nosso meio.
Apesar de não se poder estimar diretamente as incidências da doença (desfecho) entre expostos e não-expostos em estudos de caso-controle, é possível, entretanto, estimar a razão destas incidências, ou seja, o Risco Relativo (RR). Para isto, a fórmula utilizada para calcular o RR em um estudo de coorte deve ser adaptada para ser aplicada em um estudo de caso-controle. Isto se deve ao fato de que se o desfecho for suficientemente raro na população (aproximadamente 10% ou menos), o RR pode ser estimado em estudos de caso-controle através da razão dos “odds” de exposição entre casos e controles. Esta quantidade é frequentemente denominada “odds ratio”.
A expressão “odds” não possui equivalente em português. Desta forma, alguns epidemiologistas referem-se ao odds ratio como “razão de chances” , “ razão de produtos cruzados” ou ainda “ razão de odds” .
A fórmula do odds ratio (OR):
OR = a:c/b:d = ad/bc
Fonte: WAGNER, M. B.; CALLEGARI-JACQUES, S. M. Medidas de associação em estudos epidemiológicos: risco relativo e odds ratio. Jornal de Pediatria. 74: 247-251. 1998.
http://www.mwc.com.br/downloads/Textos/Wagner_Medidas%20de%20associacao%20em%20estudos%20epidemiologicos.PDF
Desvio padrão:
ResponderExcluirÉ a medida de dispersão mais usada, que pode ser considerada como uma medida de variabilidade dos dados de uma distribuição de freqüências. Isto é, o desvio padrão mede a dispersão dos valores individuais em torno da média. Para seu cálculo, deve-se obter a média da distribuição e, a seguir, determinar os desvios para mais e para menos a partir da mesma. Assim, o desvio padrão é a média quadrática dos desvios em relação à média aritmética de uma distribuição de freqüências, ou seja, é a raiz quadrada da média aritmética dos quadrados dos desvios, esses tomados a partir da média aritmética.
Exemplificando. Se medirmos a temperatura máxima durantes três dias em uma cidade e obtivermos os seguintes valores, 28°, 29° e 30°, podemos dizer que a média desses três dias foi 29°.
Em outra cidade, as temperaturas máximas nesses mesmos dias podem ter sido 22°, 29° e 35°. No segundo caso, a média dos três dias também foi de 29°. As médias têm o mesmo valor, mas os moradores da primeira cidade viveram três dias de calor, enquanto os da segunda tiveram dois dias de calor e um de frio. Para diferenciar uma média da outra, foi criada a noção de desvio padrão, que serve para dizer o quanto os valores dos quais se extraiu a média são próximos ou distantes da própria média. No exemplo acima, o desvio padrão da segunda cidade é muito maior que o da primeira.
Uma das aplicações mais comuns do desvio padrão é para cálculo da classificação no vestibular. Se dois candidatos ao mesmo curso tiram nota 7 em provas diferentes, o peso desse resultado vai depender do desvio padrão de cada exame. Digamos que a média das notas nas duas provas tenha sido 5. Aquele que obteve 7 na prova cujo desvio padrão foi menor, será mais considerado porque significa que ele conseguiu um 7 em um exame em que quase todo mundo ficou próximo a 5 enquanto o outro conquistou um 7 em uma prova onde muitos outros também tiraram notas altas.
Fonte: W.Andréia.O que é desvio padrão?.Disponível em: http://www.carlosescossia.com/2009/09/o-que-e-desvio-padrao.html. Acesso em: 28/09/2011.
3. O que é uma amostra aleatória?
ResponderExcluirÉ o procedimento básico da amostragem científica. Consiste em atribuir a cada elemento da população um número único para depois selecionar alguns destes elementos de forma casual, para garantir que esta escolha seja mesmo casual, pode-se utilizar por exemplos tábuas de números aleatórios.
Disponível em: http://www.propesquisa.com.br/welcome.phtml?sec_cod=90
2. O que é população de estudo?
ResponderExcluirEm termos estatísticos, define-se população - ou "universo" de dados - como sendo o conjunto dos elementos que tem alguma característica em comum que possa ser contada, medida, pesada ou ordenada de algum modo e que sirva de base para as propriedades a serem investigadas.
Fonte: http://www.propesquisa.com.br/welcome.phtml?sec_cod=90 Acesso em 29/09/2011
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ResponderExcluir7. Defina Erro Padrão
ResponderExcluirO erro padrão é uma medida da precisão da média amostral calculada. O erro padrão é obtido dividindo o desvio padrão pela raíz quadrada do tamanho da amostra. Quando não se conhece o desvio padrão da população, usa-se o desvio padrão da amostra. O erro padrão não é mais do que o desvio padrão da distribuição das médias das amostras de uma população
http://stat2.med.up.pt/cursop/glossario/epadrao.html
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ResponderExcluir8.Definir INTERVALO DE CONFIANÇA.
ResponderExcluirO intervalo de confiança define os limites inferior e superior de um conjunto de valores que tem certa probabilidade de conter no seu interior o valor verdadeiro do efeito da intervenção em estudo. O uso do intervalo de confiança permite não só conhecermos a precisão com que o estudo estima certo efeito, como também possibilita dizermos se o achado é estatisticamente significativo para um dado nível de significância.
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/%0D/rbp/v27n2/a15v27n2.pdf
29 de setembro de 2011 12:45
18. Como calcular o risco atribuível?
ResponderExcluir20.Como calcular o risco atribuível na população?
RISCO ATRIBUÍVEL (RA): O RA mede o excesso da ocorrência de desfecho entre os
expostos em comparação com os não-expostos (RA = I EXPOSTOS - I NÃO-EXPOSTOS , sendo
I=incidência). Adicionalmente, o risco atribuível na população (RAp = RA x prevalência de
pessoas expostas ao fator de risco na população) e a fração atribuível na população
(FAp = RAp / incidência da doença na população) são utilizados para avaliar o impacto de fatores
de risco na ocorrência do desfecho em populações.
FONTE: http://www.mwc.com.br/downloads/Textos/Wagner_Medidas%20de%20associacao%20em%20estudos%20epidemiologicos.PDF
11. Explique e cite exemplos de uma amostra por conveniência.
ResponderExcluirA amostragem por conveniência é adequada e freqüentemente utilizada para geração de idéias em pesquisas exploratórias, principalmente.
Amostras por conveniência podem ser facilmente justificadas em um estágio exploratório da pesquisa, como uma base para geração de hipóteses e insights (Kinnear & Taylor, p. 187; Churchill, p. 301), e para estudos conclusivos onde o gerente aceita os riscos da imprecisão dos resultados do estudo (Kinnear, T.C. & Taylor, p. 187).
A amostra por conveniência é empregada quando se deseja obter informações de maneira rápida e barata. Segundo Aaker, Kumar e Day (p. 376), uma vez que esse procedimento consiste em simplesmente contatar unidades convenientes da amostragem, é possível recrutar respondentes tais como estudantes em sala de aula, mulheres no shopping, alguns amigos e vizinhos, entre outros. Os autores comentam que este método também pode ser empregado em pré-testes de questionários.
Mattar (p. 133) ilustra os usos de pesquisa com amostras por conveniência nos casos abaixo:
•Solicitar a pessoas que voluntariamente testem um produto e que em seguida respondam a uma entrevista.
•Parar pessoas no supermercado e colher suas opiniões.
•Colocar linhas de telefone adaptadas para que durante um programa de televisão os telespectadores possam dar suas opiniões
Fonte: http://www.fecap.br/adm_online/art23/tania2.htm
17. Em que tipo de estudo se calcula o Risco Relativo?
ResponderExcluirO risco relativo (RR) estima a magnitude da associação entre a exposição ao fator de risco
e o desfecho, indicando quantas vezes a ocorrência do desfecho nos expostos é maior do que aquela entre os não-expostos. O RR é definido como sendo a razão entre a incidência do desfecho nos expostos e a incidência do desfecho nos não-expostos.
O RR é utilizado em estudos coorte, mas o RR pode ser adaptado para estudos de caso-controle através do odds-ratio.
Fonte: Wagner, MB; Callegari-Jacques, SM. Medidas de Associação em estudos epidemiológicos: risco relativo e Odds-ratio. Jornal de Pediatria 1998; 74:247-251
19.O que significa medidas de associação? cite exemplos.
ResponderExcluirAs medidas de associação baseadas em razões, como o risco relativo e o odds ratio, fornecem dados sobre a força da associação entre o fator em estudo e o desfecho, permitindo que se faça um julgamento sobre uma relação de causalidade. Assim, o risco relativo e o odds ratio são as medidas de escolha para estudarmos os possíveis determinantes das doenças, sendo freqüentemente utilizados em estudos de coorte e de caso-controle, respectivamente. Medidas como a redução do risco relativo e o número necessário a tratar auxiliam na avaliação de estudos de intervenção. Por outro lado, medidas como o risco atribuível e suas frações populacionais são mais úteis em contextos de saúde pública e planejamento de ações de saúde, uma vez que são fundamentais para que se possa avaliar qual o impacto de um fator de risco sobre uma população e quais as possíveis repercussões de sua remoção. Todas estas medidas de associação, com suas características específicas, são instrumentos essencias para a realização de estudos epidemiológicos analíticos.
Fonte: Jornal de Pediatria 1998; 74: 247-251
O que é uma População alvo de um estudo?
ResponderExcluirÉ a totalidade dos elementos que estão em estudo e em relação aos quais se deseja obter informações; A população maior de onde provém a amostra e para que são feitas interferências.
http://pessoal.utfpr.edu.br/heidemann/arquivos/Aula13EstimacaoDeParametros.pdf
3. O que é uma amostra aleatória? exemplo
ResponderExcluirÉ coletada enumerando-se as unidades da população e selecionando-se aleatoriamente um subconjunto.
Ex.: 20% dos prontuários de uma população de pacientes que estiveram internadas com depressão profunda são sorteados para receber visita domiciliar visando avaliar a qualidade de vida atual.
www.ceargs.org.br/port/aulas/novas/JF_populacoes%20090106-3.ppt
5. O que é uma amostra não aleatória?
ResponderExcluirA amostra, por sua vez, é um subconjunto - representativo ou não - da população em estudo. Essa representatividade da amostra, que é uma propriedade altamente desejada em estatística, ocorre quando ela apresenta as mesmas características gerais da população da qual foi extraída.Uma amostra pode ser probabilística (casual), quando a escolha dos elementos da amostra é aleatória, ou não probabilística (não casual), quando a escolha dos elementos não é feita aleatoriamente.
Amostras não aleatórias
Na amostra não aleatória, não se pode aplicar inferência estatística, mas pode-se utilizar a estatística descritiva. As amostras não aleatórias podem ser:
a) Acidental: o pesquisador escolhe o elemento que lhe convém (exemplo: estar no local da entrevista, etc.) (LEVIN, 1987; MATTAR, 1996).
b) Intencionais: a amostra é escolhida intencionalmente pelo pesquisador (MARCONI & LAKATOS, 1996; OLIVEIRA, 1997), como a escolha de uma empresa que usa o QFD.
c) Por “Juris”: é a seleção de um grupo específico, representativo da população, para fazer várias perguntas (exemplo: renda familiar) (MARCONI & LAKATOS, 1996).
d) Julgamento (proposital, tipicidade) é a escolha de um grupo, que tenha característica que represente a população (MARCONI & LAKATOS, 1996; LEVIN, 1987).
e) Por quota: conhecendo as características de uma população, o pesquisador pode montar amostras proporcionais em cima destas características
15. O que você entende por P < 0.05?
ResponderExcluirEm estatística, uma das maneiras de abordar essa questão é avaliando a evidência contra o que se denomina hipótese nula, segundo a qual não existe diferença entre os efeitos das intervenções que se está comparando. A força evidência contra a hipótese nula é avaliada através do valor de p, que representa a probabilidade de se observar uma diferença entre os grupos como a que foi encontrada no estudo, quando, na verdade, esta diferença não existe. O valor de p também é chamado de nível de significância e, quanto menor ele for, maior a evidência contra a hipótese nula. Por se tratar de uma probabilidade, o valor de P varia entre 0 e 1.
Para efeito de tomada de decisão, muitos ensaios clínicos consideram a probabilidade menor do que 5% (p < 0,05) como o valor limite para considerar que um efeito observado no estudo é real, não sendo decorrente do acaso. Isto é, a hipótese nula será rejeitada caso o valor de p seja inferior a 0,05. Em outras palavras, quando a probabilidade de concluirmos equivocadamente que uma intervenção é superior à outra for menor que 5%. Esse erro é denominado erro tipo I ou α.
Embora esse limite de 5% para aceitar ou rejeitar a hipótese nula seja habitual em ensaios clínicos, não existe nenhuma obrigação de que o valor de p seja fixado nesse nível. Dependendo dos riscos em se assumir uma conclusão falsopositiva, esse valor pode ser reduzido.
12.Explique e cite exemplos de uma amostra por etapas
ResponderExcluirAmostragem por Etapas - Pouco utilizado em pesquisa de mercado porque a adoção desta modalidade pressupõe uma homogeneidade das unidades, o que nem sempre ocorre na realidade. Pode ser utilizada quando a população se compõe de unidades distribuídas em diversos estágios. Por exemplo se vamos pesquisar a população de um país: selecionamos primeiro a população de Estados, Cidades ... sucessivamente até chegar nas pessoas a serem entrevistadas.
fonte: http://www.propesquisa.com.br/welcome.phtml?sec_cod=90